Pular para o conteúdo principal

Poema de Brenda para Jorge

Dois poemas que são um
No vai e vem da tua alma verbal
Minha cara-metade musical
Conheci.

Os pensamentos no mesmo plural
Mas, no corpo, é natural:
Voce aí e eu aqui.
Descobri ser tua imagem meu ideal
E tua vida ser um velho verso
Que vivi.
Em três segundo você é fatal
Em dois rouba meu fôlego
E em um, me faz rir. 


Você pode vir(ver) o mar
Vir(ver) onde eu moro
Mesmo que chore em meu colo
É exatamente aqui
Que você pode transbordar.

Voce me diz que sou fogo
(Porque, baby, atinjo você)
Mas não quero te queimar
Quero te aquecer.
Não me acuse de tentar te mudar

(De capital, de local ou lotação)
Mas São Paulo é frio demais
Para o seu coração
E esse poema é um sinal
que sou a solução
(Pra seu ser sentimental).

Brenda Dias

Presente desse magnífica escritora 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A dança de Sophia

Braços abertos, olhar encantado - Vem minha princesa Can't Help Falling in Love Passos leves, reino a imaginar Realeza no nosso pequeno castelo Dançamos sobre a luz Compassos ditando os movimentos A princesa voa no colo E por breve momento o sonho se tornou realidade Grand finale ... o melhor abraço com a sútil voz - Eu te amo! Wellingtton Jorge

Caatinga

Esta terra seca sou eu, Árida, galhos finos, Envolto pelo sertão. As raízes são as veias que carregam pouca vida. Caatinga. Não existe verde. Se foi a esperança de chuva, De um simples brotar de grama. Até o calango já morreu. Wellingtton Jorge

Mozart e Miles Davis, Rubem e Wellingtton

Começo a acreditar que, ao se inspirar em uma determinada pessoa, você passa a vivenciar algo semelhante ao que ela vive. Talvez a espelhar seus atos, pensamentos e até mesmo suas paixões. Quando leio Rubem Alves, tenho a sensação de reflexo, sinto-me como se estivesse diante de um espelho. Não sou presunçoso a ponto de me comparar a ele, não sou tão iludido a ponto de comparar Ronaldinho Gaúcho com Endrick ou Rubem Alves comigo.  Mas é importante (para mim) observar o quanto temos em comum. Quando me deparei com sua crônica "Mozart" nas páginas do maravilhoso livro Ostra feliz não faz pérola, ri muito e lembrei de um episódio similar. Em uma ida rotineira ao Starbucks de Itaquera, pedi meu café expresso de brigadeiro, enquanto ao fundo tocava um repertório magnífico de Miles Davis. Ao pagar o café, perguntei à atendente quem havia escolhido o repertório. Empolgado para citar a música So What e me aprofundar ainda mais no assunto, recebi um balde de água fria. A resposta ines...