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Amor, luto, desencontros, infância, alegria, medo, fé, memória e esperança não são capítulos separados da vida. São elementos do mesmo viver — e, quando encontram palavras, permanecem.
Tudo que é escrito ao viver reúne mais de dez anos de escrita. São poemas nascidos em diferentes tempos, ruas, afetos, perdas, encontros, perguntas e silêncios.
Não existe apenas uma versão do autor dentro destas páginas. Existem muitas. O menino, o homem, o neto, o apaixonado, o que teve medo, o que perdeu, o que reencontrou a fé, o que observou a cidade e o que tentou compreender a própria existência.
O livro parte de uma ideia simples: viver é atravessar experiências que nos transformam. Escrevê-las é uma maneira de guardá-las.
“Escrever também é viver.”
Vida de um poeta“Caminho devagar para que tudo em minha alma possa se adentrar.”
O nevoeiro“E talvez seja justamente isso o viver: carregar conosco tudo aquilo que fomos.”
Nota do autorO livro traz prefácio de Mariana Soares e posfácio de Tuca Oliveira. Dois artistas que ajudam a apresentar diferentes caminhos para entrar em Tudo que é escrito ao viver. Ambos são referências de escrita, poesia e musicalidade na trajetória de Wellingtton. Tê-los como parte desta obra é, para o autor, um presente que só a arte poderia oferecer.
“Ler Wellingtton é ler alguém que parece lapidar o caos com palavras carregadas de presença.”
Cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira, natural de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. Sua obra transita pela MPB contemporânea e aproxima música, poesia, vanguarda e elementos cênicos e corporais.
Conhecer Mariana no Instagram ↗“A poesia nasce de acontecimentos cotidianos, tantas vezes vistos erroneamente como banais.”
Cantor, compositor e multi-instrumentista mineiro, nascido em Muzambinho. Une a tradição da música popular brasileira a uma sonoridade contemporânea e solar. Entre seus trabalhos estão As Flores do Começo (2018), Este Momento (2022) e A Nossa Vez (2025).
Conhecer Tuca no Instagram ↗O vermelho da capa não foi escolhido por acaso. Era uma cor de que Antonieta Alexandrina, avó do autor e a quem o livro é dedicado, gostava muito.
Para quem olha de fora, pode ser apenas uma capa vermelha. Para Wellingtton, existe ali uma lembrança. A mesma memória atravessa objetos, ruas, gestos e poemas que aparecem ao longo da obra.
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